SONORA (MS),

Mochi solicita informações sobre obras na BR-262 e renovação de convênio com hospital




As solicitações foram encaminhadas ao gabinete do parlamentar pelo vereador três-lagoense, Antonio Luiz Teixeira Empke Junior, o Tonhão


Foto Luciana Nassar
Mochi solicita informações sobre obras na BR-262 e renovação de convênio com hospital


Durante a manhã desta quinta-feira (13), na sessão plenária realizada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), o deputado estadual e presidente da Casa de Leis, Junior Mochi, protocolou uma um pedido de indicação e um de requerimento de informações para atender a população de Três Lagoas. As solicitações foram encaminhadas ao gabinete do parlamentar pelo vereador três-lagoense, Antonio Luiz Teixeira Empke Junior, o Tonhão.


Com o objetivo de renovar o contrato com o Hospital Nossa Senhora Auxiliadora e promover melhor qualificação profissional para os acadêmicos de medicina que estudam na região, o deputado estadual encaminhou indicação aos secretários de Estado de Governo e Gestão Estraégica, Eduardo Riedel, e de Saúde, Carlos Alberto Moraes Coimbra.


Mochi protocolou também um pedido de informações destinado ao superintendente regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Mato Grosso do Sul solicitando dados com relação a paralisação das obas de recuperação da rodovia BR-262, que liga o município de Três Lagoas a Campo Grande.


De acordo com Mochi, os motoristas que utilizam a rodovia tem enfrentado problemas de trafegabilidade, com a aparição de buracos e com o acostamento deteriorado. Ele lembrou ainda que a BR-262 é uma importante via para escoamento da produção industrial e agropecuária. "Por isso é fundamental que possamos encontrar soluções para levar melhor condições para os motoristas e trabalhadores que utilizam essa rodovia", destacou Mochi.


Em agosto deste ano, o Governo Federal já havia autorizado a recuperação de 190 km da rodovia em um trecho que vai de Três Lagoas até o distrito de Mutum, em Ribas do Rio Pardo. Entretanto, as obras foram paralisadas e os prejuízos para os usuários estão se acumulando


FONTE: Hugo Norberto