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SONORA (MS),

Reinaldo Azambuja cai 5 e Júnior Mochi sobe 10 pontos segundo pesquisa Ranking




Divulgados nesta segunda-feira, 1, os novos números da Ranking Comunicação e Pesquisas sobre as intenções de voto em Mato Grosso do Sul revelam que, enquanto os líderes empatam e estão praticamente estagnados, o terceiro colocado, Júnior Mochi (MDB), é o que mais subiu na preferência eleitoral para o governo do Estado. Realizada entre os dias 11 e 16 de setembro, a consulta foi realizada junto a 1.200 eleitores e eleitoras de 20 municípios, com um intervalo de confiança em 95% e margem de erros de 2,83% para mais ou para menos.

A pesquisa Ranking está registrada na Justiça Eleitoral com os números MS-00919/2018 e BR-08846/2018. Na espontânea, Reinaldo Azambuja (PSDB), com 19,58%, e Odilon de Oliveira (PDT), com 18,41%, estão tecnicamente empatados. Na pesquisa anterior, feita no início do mês, o tucano tinha 20,75% e o pedetista 15,50%, uma diferença pequena, de apenas 5,25%. Eles mantêm a média da pesquisa anterior, menos de dois pontos acima da margem de erro. Mochi, no entanto, saiu  de 1,41% e chegou a 9,66%, subindo mais de oito pontos. Humberto Amaducci (PT) com 2,91%; Marcelo Bluma (PV) 1,83%; e João Alfredo (Psol) 1,41% completam a cena.

O que se constata é uma espécie de "efeito Haddad" - o candidato presidencial do PT, Fernando Haddad, que começou com menos de dois pontos e já está brigando pelo segundo lugar na casa dos 22% -, em um desempenho que começa a interferir nas previsões dos especialistas. A campanha sucessória, mesmo caminhando para a reta final, ainda está formatando o universo estratificado de eleitores que vão votar. Nesta pesquisa o universo de quem ainda não tem ou vai escolher seu candidato, pretendem votar em branco ou anular o voto é de 46,20%.

Na estimulada esse desenho é ainda mais nítido. Azambuja vem com 30,08% contra 28,33% de Odilon e 16,41% de Mochi. Os outros candidatos obtiveram estas pontuações: Amaducci 4,58%, Bluma 2,75% e João Alfredo 2%. Os indecisos e os que querem votar em branco ou anular o voto são 15,85%. Em relação ao levantamento anterior, Azambuja caiu cinco pontos (tinha 35,33%) e Odilon perdeu quase um ponto (estava com 27,58%). Mochi, porém, cresceu mais de 200% - estava com 5,25% e avançou mais de 11 pontos. Eram 22,93 os que não tinham escolhido candidato, votariam em branco ou anulariam o voto.


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